Habitat florestal da região mediterrânica europeia, definido pelo predomínio de árvores perenifólias de folha larga e por uma cobertura que conserva a folhagem durante todo o ano.
Formações florestais associadas aos cursos fluviais espanhóis, cuja composição e organização variam em função das condições hídricas e de outros fatores ambientais; podem apresentar estratos vegetais e faixas dispostas em relação ao leito do rio.
Em White Sands, as dunas de gesso apresentam transições entre setores desnudos e vegetados, associadas à interação do vento, da vegetação e da água subterrânea.
O bosque mediterrânico de azinheiras é dominado pela azinheira (Quercus ilex), de folhagem persistente e copa que pode formar uma cobertura sombria; a sua distribuição e as suas condições variam entre regiões da Península Ibérica.
No andar oromediterrânico da Serra Nevada, o matagal pulvinular integra um mosaico que inclui piornais e zimbrais; um relatório de monitorização independente também identifica matos de alta e média montanha, embora não confirme cada limite ou composição aqui descritos.
No Parque Nacional de Aigüestortes i Estany de Sant Maurici existem prados de alta montanha que variam consoante a altitude, a exposição e o substrato; alguns ocupam encostas soalheiras e outros zonas subalpinas ou solos calcários e ácidos.
Estas formações herbáceas permanentes ocorrem em zonas temperadas europeias, desde as terras baixas até às montanhas, em solos mesófilos profundos e bem drenados, e podem ser mantidas por meio de gestão tradicional.
Na alta montanha do Parque Nacional de Aigüestortes, as cascalheiras, os prados e os matos formam um mosaico condicionado pelo clima, pela orientação e pelo substrato; a água e a neve apresentam mudanças sazonais marcadas.
No Parque Nacional das Montanhas Rochosas, a tundra alpina se desenvolve sob frio e ventos intensos que restringem o crescimento da vegetação; em ambientes alpinos, a neve e o momento do degelo também influenciam as comunidades de plantas.
Loendrais, tamargais e retamais fazem parte da vegetação ribeirinha do sudeste. A secura e a água irregular distinguem estes ambientes das margens sempre húmidas.
Nesta faixa rochosa da costa pacífica dos Estados Unidos, as marés alternam a imersão e a exposição ao ar; a ondulação e a competição por espaço caracterizam o ambiente, e as poças retêm água entre as rochas durante a maré baixa.
No alto dos Pirenéus de Lleida, os lagos glaciares de Aigüestortes ocupam fundos de vale e circos de montanha; o gelo modelou o relevo e, em alguns locais, o assoreamento transformou antigos lagos em prados húmidos e cursos sinuosos.
Rocha, areia e pradarias de posidónia formam um mosaico submarino ao largo do litoral de Múrcia. O relevo e as massas de água contribuem para a diversidade das comunidades.
Na costa valenciana, as pradarias submarinas de Posidonia oceanica constituem um habitat mediterrânico associado a águas marinhas costeiras, com relevância ecológica e uma função de proteção da linha costeira contra a erosão.
Na Cordilheira Cantábrica, os rios de montanha dos Picos de Europa descem dos cumes em direção aos vales por gargantas e desfiladeiros, numa paisagem de relevo abrupto marcada pela neve e pelo degelo primaveril.
Este perfil descreve um bog, uma zona úmida turfosa, ácida e pobre em nutrientes, cuja vegetação pode incluir esfagnos formadores de montículos; a evidência situa bayheads, um tipo de bog, em florestas de estados da costa do Golfo.
Perfil das cavernas cársticas continentais da Espanha peninsular, centrado no seu contexto geológico, na distribuição e nas formas subterrâneas; inclui um registo concreto do uso de cavernas pirenaicas como refúgio de hibernação.
Sob as faias, as folhas caídas formam um habitat para pequenos animais com dietas diferentes. A humidade, o relevo e a entrada de folhas no outono ajudam a explicar como se organiza esta comunidade.
Lamiako é um ambiente de zona húmida junto ao estuário do Nervión, em Leioa. A influência das marés e os terrenos transformados fazem parte da sua paisagem.
Ribalta é um jardim histórico de Castelló de la Plana com uma ampla variedade botânica. O seu desenho romântico convida a descobrir a natureza na cidade.
Em Soba, na Cantábria, a nascente do rio Gándara é a descarga de um sistema subterrâneo cársico em rochas carbonatadas. A informação oficial descreve surgências pontuais e difusas, e um ensaio independente com traçadores confirma que a água infiltrada em El Bernacho, Burgos, chega às surgências do Gándara.
Sob os zimbros de Doñana, o solo arenoso alberga comunidades de bactérias e fungos ligadas à vegetação. As raízes e os restos vegetais relacionam este habitat subterrâneo com o que acontece à superfície.
Nos terrenos sem utilização, as plantas podem instalar-se sem uma plantação de jardim. A sua vegetação oferece uma forma próxima de explorar a natureza urbana.